Living Colour: 2 horas de show no Bar Opinião

Na última quarta-feira Porto Alegre recebeu mais uma vez o lendário
Living Colour; Uma das mais originais e expressivas bandas do final
dos anos 80′s e, por que não dizer, da história do rock pesado.
Inesperadamente, Corey Glover (Vocais), Vernon Reis (guitarra),
Doug Wimbish (baixo) e Will Calhoun (bateria) abrem o show com
“Wich way to America?” (a saber, a última faixa de seu primeiro
álbum). Em seguida vêm “Time’s Up”, “Auslander” e “Sacred Ground”
com seu marcante refrão. Até aqui já se tinha ideia sobre muitas
coisas referentes àquele show: Set list percorrendo vários álbuns
da banda; Performances incríveis de todos os quatro músicos,
absolutamente; Uso de muitos efeitos (inclusive eletrônicos),
laptops e muitos, mas muitos pedais, por parte de Vernon e Doug;
Corey mantendo-se impecável como aquele vocalista que se revelara
nos primórdios do Living Colour…
Momentos isolados contribuiram muito para a qualidade do show:
o animadíssimo baixista Doug Wimbish faz um incrível solo em “Bi”.
O baixista chega a descer do palco para tocar em meio à platéia
(tal como fez no Programa do Jô, mas durante a execução da
novíssima “Young Man”, que não deixou de ser um dos destaques do
show).
O baterista Will Calhoun também teve seu momento, em um solo de
bateria de aproximadamente dez minutos, que foi encerrado em um
momento ímpar com baquetas luminosas, marcando na escuridão os
movimentos precisos do músico.
YOUNG MAN
O novo álbum do Living Colour (The chair in the doorway) parece
estar muito interessante. Afirmo isso porque o público respondeu
com euforia às várias faixas (quase dez) deste novo trabalho, que
foram apresentadas naquela noite, além de canções como “Desperate
People”, “Elvis is Dead”, “Open Letter (to a landlord)”, em
performances espetaculares, ainda que o som não contribuísse muito,
dificultando na identificação de algumas músicas.
Obviamente, clássico absolutos que são, “Glamour Boys” e “Cult of
Personality” também fizeram parte do set, totalizando após esta
última aproximadamente duas horas de show.
O público parecia incansável e mantinha-se participativo. Fator
positivo tendo em vista a volta dos músicos para o bis que contou
com “Love rears it ugly head” e uma versão pesadíssima de “Should I
stay or should I go”.
Ao final, além da sensação de “dever cumprido” sobre aquele
completo show, os quatro músicos ainda foram, literalmente “pra
galera”, descendo do palco com total disposição para falar com fãs
e assinar autógrafos na entrada da casa.
A noite terminou com Corey, Doug, Will e…Caipirinha(!!!) em uma
visita ao Eclipse Bar.L

Living Colour – 14 de Outubro de 2009 – Bar Opinião

Na última quarta-feira Porto Alegre recebeu mais uma vez o lendário Living Colour; Uma das mais originais e expressivas bandas do final dos anos 80′s e, por que não dizer, da história do rock pesado.

LC

Inesperadamente, Corey Glover (Vocais), Vernon Reid (guitarra), Doug Wimbish (baixo) e Will Calhoun (bateria) abrem o show com “Wich way to America?” (a saber, a última faixa de seu primeiro álbum). Em seguida vêm “Time’s Up”, “Auslander” e “Sacred Ground” com seu marcante refrão. Até aqui já se tinha ideia sobre muitas coisas referentes àquele show: Set list percorrendo vários álbuns da banda; Performances incríveis de todos os quatro músicos, absolutamente; Uso de muitos efeitos (inclusive eletrônicos), laptops e muitos, mas muitos pedais, por parte de Vernon e Doug; Corey mantendo-se impecável como aquele vocalista que se revelara nos primórdios do Living Colour…

Momentos isolados contribuiram muito para a qualidade do show:
O animadíssimo baixista Doug Wimbish faz um incrível solo em “Bi”. O baixista chega a descer do palco para tocar em meio à platéia (tal como fez no Programa do Jô, mas durante a execução da novíssima “Young Man”, que não deixou de ser um dos destaques do show).

O baterista Will Calhoun também teve seu momento, em um solo de bateria de aproximadamente dez minutos, que foi encerrado em um momento ímpar com baquetas luminosas, marcando na escuridão os movimentos precisos do músico.

O novo álbum do Living Colour (The chair in the doorway) parece estar muito interessante. Afirmo isso porque o público respondeu com euforia às várias faixas (quase dez) deste novo trabalho, que foram apresentadas naquela noite, além de canções como “Desperate People”, “Elvis is Dead”, “Open Letter (to a landlord)”, em performances espetaculares, ainda que o som não contribuísse muito, dificultando na identificação de algumas músicas.

Obviamente, clássicos absolutos que são, “Glamour Boys” e “Cult of Personality” também fizeram parte do set, totalizando após esta última aproximadamente duas horas de show.

O público parecia incansável e mantinha-se participativo. Fator positivo tendo em vista a volta dos músicos para o bis que contou com “Love rears it ugly head” e uma versão pesadíssima de “Should I stay or should I go” do The Clash.

Ao final, além da sensação de “dever cumprido” sobre aquele completo show, os quatro músicos ainda foram, literalmente “pra galera”, descendo do palco com total disposição para falar com fãs e assinar autógrafos na entrada da casa.

A noite terminou com Corey, Doug, Will e…Caipirinha(!!!) em uma visita da banda, quase completa ao Eclipse Bar.

Por: Murilo Bittencourt
Foto: Bárbara Sudbrack
Porto Alegre –  14/10/2009

Veja tambem

Sobre o Autor

RockBox escreveu 248 matérias neste site.

One Comment on “Living Colour: 2 horas de show no Bar Opinião”

Trackbacks

  1. MetalRock.com.br

Escreva um comentario

Gravatars are small images that can show your personality. You can get your gravatar for free today!

Publicidade
Copyright © 2010 RockBox. All rights reserved.
Powered by WordPress.org, Custom Theme and ComFi.com Calling Card Company.
SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline